"O seu Biu tem um bar, na Vila Zumbi, e decide que vai vender cachaça "na caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.
Porque decidir vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).
O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, UFO, SOS, SUS, INSS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capítais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ).
Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os bebados da Vila Anglo não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifu.
Essa série fantástica já está chegando na quinta temporada. Para os fãs que já estavam sendo corroídos pela vontade de continuar a assistir a personalidade medonha de Gregory House, bem como as intrigas super desenvolvidas só há uma coisa para dizer, House está devolta.
Dia 16 de Setembro é o dia D quando voltará o primeiro episódio da nova temporada.
Segundo estão especulando por ai, Wilson deve pedir demissão do hospital, a número 13 vai beijar uma mulher, entre outras coisas...
Para os mais curiosos, já é possível assistir o trailer recém lançado !
Segundo dizem por aí o Brasil é um dos países no mundo que mais vende produtos piratas, sejam estes relógios, dvds ou até brinquedos. A questão é, o que a pirataria trás de bom e o que trás de ruim para nosso país...
Eu alugo fitas (bem, hoje é dvds) na mesma locadora a mais de 17 anos. Eu era um verdadeiro kurumin quando conheci o Renato, da locadora aqui perto da minha casa. Durante esses anos aluguei mais de 5000 filmes (a locadora toda quase) e sempre fui um cliente muito fiel, não alugando em outros lugares e sempre prestigiando eles. Há uns 10 anos atrás a locadora começou a trabalhar com DVDs, na época muito caro, quando os aparelhos de DVD ainda eram um sonho de consumo para a grande maioria das pessoas. Por 5 anos foram só alegria, a prateleira de DVDs vivia vazia e para pegar bons filmes para o final de semana era necessário alugar na sexta-feira na hora do almoço.
O tempo passou e apareceram milhares de pessoas vendendo filmes em DVD, ainda nem lançados, em barraquinhas ou em mochilas por toda Curitiba. O interessante é que comprar o DVD pirata é mais barato que alugar o DVD original. Vi a cada ano que passava a pirataria ficando mais forte na cidade e o Renato cada vez alugando menos. O cara, trabalhador honesto, que paga seus impostos não consegue competir com um DVD pirata e acabou mantendo apenas clientes que são éticos e não compram nada que é pirata, como eu é claro.
A pirataria estraga a vida de muita gente honesta que vive do produto original. Por outro lado uma pessoa sacrificada, como o Renato da locadora, acaba colocando comida na boca de muitas crianças as quais suas mães desempregadas só podem ter o pão de cada dia em suas mesas vendendo pirataria.
O governo não gosta disso, é claro, amamentado pelas grandes empresas e desmamado por não conseguir cobrar impostos, luta contra a pirataria, porém sem dar uma condição digna para as pessoas que vivem dela.
Aí ouvimos que fora do Brasil, em lugares como nos EUA e Japão, não existem quase produtos piratas. Será simplesmente porque as pessoas não compram por que ninguém vende ou porque elas não precisam comprar já que tem uma qualidade de vida digna?
As pendrive estão evoluindo, cada dia que passa é possivel adquirir mais espaço por um preço menor, isso sem dúvida pela popularização das memórias flash. Mesmo com preços mais baixos, as mais vendidas ainda são as Kingstons de 1 Gb que hoje podem ser encontradas a 10 reais.
Minha primeira pendrive eu comprei em 2004, uma pendrive de 1 Gb, essa mesma Kingston, por uma bagatela de 120 reais. O tempo passou e foi ser mais flexível para fazer tudo caber dentro deste espaço humilde, tive que entender após muito custo que para aproveitar uma pendrive é necessário fazer escolhas. Por isso resolvi passar aqui a minha experiência, que para você que tem uma pendrive pequena e não quer (ou não pode) comprar uma maior este post pode ser muito útil.
Mantenha a PenDrive organizada: Divida em pastas e subpastas, coloque nomes de fácil identificação nos arquivos, isso facilita você descobrir o que realmente ainda é útil na sua pendrive.
Compacte o que você quase não usa: Muitos arquivos são usados uma vez na vida e outra na morte, mas são importantes e precisam ser mantidos na pendrive. Para diminuir o espaço que estes arquivos ocupam, mantenha-os compactados. Recomendo manter o 7-zip portátil em sua pendrive e utilizar o formato 7z para as compactações.
Evite filmes e música: Filmes e música são as coisas mais pesadas que você pode ter em uma pendrive, se você quiser carregá-los de um lado para outro tudo bem, mas evite manter-los ocupando espaço em sua pendrive. Ligou no computador, copie-os e delete-os.
Quanto aos softwares portáteis: Bem, vamos ser realistas, você irá usar no máximo o Firefox e Thunderbird de dentro da pendrive. Evite excessos como manter o OpenOffice (toda máquina que você for usar provavelmente tem Office) ou gerenciador de senhas (que pode ser muito perigoso).
Cuidado com arquivos confidenciais: Se a sua pendrive não tem programa de criptografia evite carregar arquivos confidenciais, neste caso prefira o email ou algum disco virtual. Se você perder poderá ter sérios problemas.
E sempre se lembre: sua pendrive não é seu computador, manter lixo eletrônico como piadinhas só ocupa espaço que você pode precisar depois e se não manter a sua pendrive organizada torna difícil a tarefa arranjar esse espaço rapidamente.
Acredite, seguindo estas dicas simples (obvias), uma pendrive 1 Gb vai se tornar muito grande para você.
Besteiras acontecem... você bate o carro, é atropelado, encontra uma estranha suicida em busca de um espectador para sua morte por auto-envenenamento (isso mesmo, envenenamento através do escapamento do carro rsrsrs) às 2 horas da tarde em frente ao passeio público, você perde a unha do pé depois que uma geladeira cai da janela sobre ele, um raio divino acerta seu cabelo e te deixa careca ou simplesmente seu TCC parou de funcionar ou foi comido pelo cachorro ! Você sabe qual é a solução que é moda no Japão !
Na década de 70, os freqüentadores da Boca Maldita em Curitiba, conheciam muito bem um personagem que marcou época em Curitiba. Foi sem dúvida alguma o travesti mais famosos de nossa cidade e que conseguiu quebrar o gelo do coração curitibano, algo muito difícil de se fazer por sinal. Em uma época, onde os velhos eram incrivelmente conversadores e os jovens estavam cada vez mais abertos a mudanças apareceu o travesti Gilda que incomodava muito os senhores com seus beijos em troca de dinheiro. Quem não quisesse um beijo rapidamente tinha que arranjar um trocado. Gilda foi um verdadeiro animador de festa em Curitiba, por um trocado, você sacaneava um amigo, seja com um abraço, um beijo ou uma levantada de saia. Morreu, durante a prefeitura do Rafael Greca há poucos anos e foi veemente homenageado.
Este texto não é meu, porém recebi ele no meu e-mail e achei muito interessante divulga-lo para todos. É importante entendermos o que está acontecendo ai no mundo neste momento. Eu mantive as referencias inclusive.
"Em 1929, no início de uma recessão causada pela queda da Bolsa Americana, as autoridades americanas aumentaram os juros em 1000%, de 1% real para 11% real, iniciando uma quebradeira no setor agrícola e subseqüente quebradeira de 4.000 bancos.
Como hoje, os economistas da época não levaram em conta o efeito da inflação nos juros, e a subseqüente deflação nos preços de 10%, e em 1930 aumentaram o juro real em 1000%, quando o bom senso reza diminuir os juros para combater uma recessão. Em vez de admitirem culpa, culparam os bancos, e exigiram mais regulamentos bancários para coibirem “a ganância do sistema”, como estão pedindo hoje Paul Krugman, Robert Reich e Joseph Stiglitz, entre outros.
Nem se deram ao trabalho de ler as regras criadas em 1935, que são a origem desta nova crise. Em setembro de 2007, apontei este erro num artigo na Revista Veja - “A Origem da Crise Mundial” a regra estabelecida em 1935 e ratificada por todos novamente nos acordos da Basiléia I e II. Reza que "bancos poderão emprestar no máximo doze vezes seu capital e reservas, corroídos pela inflação do ano, ano após ano". Deve ser a regra mais estapafúrdia da história da regulamentação econômica do mundo.
Ao longo do tempo, esta regra e a inflação posterior destruíram o sistema bancário mundial lentamente, ano após ano. Os bancos foram lentamente impossibilitados de fazerem empréstimos bancários e sendo destruídos como instituição. Quebraram muitos anos atrás.
Bancos não sabem mais emprestar, nem sabem para quem emprestaram. Trocaram seus empréstimos por derivativos e títulos de recebíveis, trocaram seus analistas de crédito por engenheiros com seus modelos matemáticos e consultores econômicos para prever os “mercados” futuros e fazer “arbitragens”. Sabem que o limite estabelecido pelo acordo de Basiléia é incorreto, e adotaram outras medidas como CAPM e Value At Risk, que obviamente não funcionaram.
O antiquado “5 Cs do crédito”, que era analisar o Caráter do emprestador, o fluxo de Caixa do negócio, as Condições da empresa, a Capacidade da gerência e o Colateral ou garantias oferecidas foi jogado fora. Gerente de banco não concede mais crédito para o seu cliente conhecido. Quem quiser empréstimo que preencha um longo formulário, e aguarde o “modelo estocástico” dar o OK final.
No Brasil, há muito tempo os bancos terceirizaram análise de crédito para a famosa Serasa que pertencia aos principais bancos do Brasil. Quando você divide informações com seus principais concorrentes é porque são informações que você não considera estratégicas. A maior prova foi no ano passado, quando os bancos brasileiros venderam a Serasa para uma multinacional.
Ninguém toma emprestado no Brasil, a não ser do BNDES, que usa critérios desenvolvimentistas e políticos, já que ele não tem risco. O dinheiro é do governo. Quem precisa de capital tem de fazer um IPO em Nova York.
Pior é que até 1995, o Brasil tinha a regra correta, “bancos brasileiros poderão emprestar até 12 vezes o seu capital corrigido pela inflação”, e nenhum banqueiro ou professor de contabilidade deste país protestou quando demos o mesmo tiro no pé.
Alertei no meu artigo de um ano atrás que “devido à inflação média somente deste ano de 2007, os bancos do mundo deixarão de emprestar 2 trilhões de dólares em 2008, só para poder se enquadrar nos ditames de Basiléia I e II. Um tiro no pé dos bancos e na economia do planeta.” Agora devo acrescentar que os prejuízos de meio trilhão que os bancos terão de provisionar reduzirão em 6 trilhões de dólares os empréstimos em 2009. Tudo previsível, e mesmo assim não vejo ninguém tocando neste mesmo assunto.
Embora fique óbvio para o leitor que toda esta crise foi causada não por falta de regulamentação bancária, mas justamente pelo contrário, somos obrigados a assistir um Nouriel Roubini, prevendo a falência de um banco atrás do outro, culpando a “ganância dos bancos” para a crise atual, e seus administradores.
Ou seja, vai sobrar para nós administradores a culpa desta crise, quando sabemos que a maioria dos hedge funds e bancos são assessorados por grandes economistas, quando não são seus próprios gestores. Culpam agora os bônus dos administradores destes bancos, e ninguém fala dos “performance fees” dos gestores destes hedge funds.
O que não entendo é onde estão os professores de administração e de economia brasileiros que deveriam criticar seus colegas americanos que nunca estudaram sistemas gerenciais em países com inflação?
Onde estão nossos grandes professores de contabilidade que deveriam lutar por sistemas contábeis que reflitam a verdadeira situação de uma empresa ou banco?
Onde estão os signatários brasileiros dos acordos da Basiléia I e II que deveriam ter alertado corretamente os demais países de que nenhuma regra que não corrija os efeitos futuros da inflação é epistemologicamente incorreta e que traria problemas ao longo do tempo?
Obviamente, temos inúmeros outros problemas aparentes e não é fácil determinar hoje qual é causa e qual é conseqüência. Mas, como podem estes professores de contabilidade e de economia defender que “capital corroído pela inflação” é uma regra inteligente e correta que deveria constar ainda hoje nestes acordos da Basiléia?
Onde estão os professores de administração financeira para mostrar nesta oportunidade que a administração tem soluções pertinentes ao mundo moderno, e que está na hora de também serem ouvidos?
Stephen Kanitz (www.kanitz.com.br) stephen@kanitz.com.br"
Hoje vou iniciar com a série, "O que é magia?" e para isso vamos começar com
o vídeo de site vital que é uma entrevista com o Frater Goya do Círculo
Iniciático de Hermes.
- Magina!! Ela num trai eu não. Cê tá inganado, sô.
- Carzeduardo! Toda veiz qui ocê sai pra trabaiá, o Arcide vai pra sua casa e prega ferro nela.
- Duvido! Ele não teria corage....
- Mais teve! Pode confiri.
Indignado com o que o amigo diz, o Carzeduardo finge que sai de casa, sesconde dentro do guarda-roupa e fica olhando pela fresta da porta. Logo vê sua mulher levando o Arcide para dentro do quarto pra começar a sacanage.
Mais tarde, ele encontra com o amigo, que lhe pergunta o que houve.
E então, o Carzeduardo relata cabisbaixo:
- Foi terrive di vê!!!... ele jogou ela na cama, tirou a brusa.... e os peito caiu....tirou a carcinha...e a barriga e a bunda dispencaro....... tirou as meia...e apariceu aquelas varizaiada toda, as perna tudo cabiluda. E eu dentro do guarda roupa, cas mãos no rosto, pensava: 'Ai...qui vergonha que tô do Arcide!!!'
INDO PARA A PESCARIA...
Os dois mineiros se encontram no ponto de ônibus em Cocalinho para uma pescaria.
- Então cumpade, tá animado? pergunta o primeiro.
- Eu tô, home!
- Ô cumpade, pro mode quê tá levano esses dois embornal?
- É que tô levano uma pingazinha, cumpade.
- Pinga, cumpade? Nóis num tinha acertado que num ia bebê mais?!
- Cumpade, é que pode aparece uma cobra e pica a gente. Aí nóis desinfeta com a pinga e toma uns gole que é pra mode num sinti a dô.
- É... e na outra sacola, o que qui tá levano?
- É a cobra, cumpade. Pode num tê lá...
MUIÉ MINEIRA
Os dois cumpadres pitavam o cigarrim de paia e prosiavam. Um deles pergunta:
- Ô cumpadre, cumé que chama mesmo aquela coisa que as muié tem (faz um sinal com as duas mãos), quentim, cabeludim, que a gente gosta, é vermeia e que come terra?
- Uai...quentim... vermeia..? A gente gosta? Uái sô, só pode ser xoxota. Mas eu num sabia que comia terra, sô!!
O outro dá uma pitada no cigarro:
- Pois come, cumpadre. Só di mim, cumeu treis fazenda.
Hoje fiz uma prova na faculdade chamada AVIN, Avaliação Integradora, bem esta prova trata-se basicamente de conteúdo visto em sala de aula durante os últimos 3 anos. São questões de baixa complexidade, porém que exigem muita memória. Quase me formando, restando apenas 2 meses para estar finalmente livre da faculdade e estar apto a realizar meu primeiro MBA vejo que o que se pede na faculdade não é realmente o que realmente é pedido no mercado de trabalho.
A faculdade, definitivamente é muito melhor que a escola em si. E é pela escola que vou começar para expressar melhor o meu ponto de vista. Na escola somos forçados a ter disciplina, respeitar horário, respeitar os professores e ter um rendimento ao mínimo aceitável para passarmos de ano. Além disso, somo forçados a apreender sobre diversos assuntos, dos quais, geralmente não nos adicionam nada a nossa vida e não temos qualquer interesse. Vamos começar pelo seguinte, hoje eu estudo engenharia, quais são as áreas de aplicação que mais me interessavam? Matemática, Física, Geografia e História. Porém fui forçado a apreender Inglês, Biologia, Geometria entre outros. Para onde queriam nos levar? Cada a liberdade e a criatividade que são fatores a serem desenvolvidos para haver inovação?
Eu admito que não sei bulhufas do que vi na escola, não me lembro nada de Biologia, Geografia e até mesmo Matemática e Física. É o decoreba... Muitas matérias começam pela falha gravíssima que há no estudo. Ninguém apreendeu falar inglês ou espanhol na escola, é uma verdadeira enganação, assim como as aulas de educação física e artes. A maioria das coisas que eu sei é porque li em algum livro ou na internet. Para a escola, acho que deveriam retornar os tutores, mais generalistas, como professores filósofos, que nos ensinem a pensar e não decorar. Na faculdade o caminho não é tão diferente, vi muita coisa, principalmente durante os dois primeiro anos de faculdade, que modéstia parte não servem para nada, nem para meu crescimento pessoal e nem para o mercado de trabalho. E agora, estou quase agarrando meu diploma dizendo que sei fazer um monte de coisas, como desenvolver hardwares avançados e softwares sofisticados, coisas que realmente sei, porém o mercado não quer isso, quer profissionais que sejam versáteis em áreas de administração e engenharia básica. Acho que está na hora de rever o que está sendo feito, deixar de criar especialistas robóticos fracos com conteúdos decorados e criar jovens pensantes que possam realmente fazer a diferença.